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Haras Santo Antonio da Bela Vista
Desde 1.991 criando Cavalos Árabe com identidade

Estudando a criação americana de Cavalos Árabes e durante algumas viagens realizadas para este país, para a famosa Exposição de Scottsdale - Arizona, a Família Forte encantou-se com animais mestiços de sangue árabe, de pelagem pampa, os quais eram utilizados pelos americanos principalmente em provas montadas.

Estes animais reuniam ao mesmo tempo as principais características do Cavalo Árabe, como a cabeça chanfrada, o pescoço longo e arqueado, carregamento alto da cauda e uma belíssima movimentação, com o que há de mais interessante, o apelo da dupla coloração, a pelagem pampa.

Assim sendo, porque não desenvolver estes cavalos no Brasil? Mas qual seria a fórmula para começar? Como desenvolver os cruzamentos, mantendo a pelagem pampa ao longo das gerações, uma vez que era necessário, cada vez mais, usar o sangue árabe para imprimir as suas características?

Como passo inicial, a Família Forte começou a procurar éguas comuns, sem raça definida, em sítios da região, que a princípio possuíssem duas características: primeiro a pelagem pampa e segundo algum tipo de refinamento e beleza.

Desta forma, foram adquiridas algumas matrizes de boa qualidade, as quais foram cruzadas com os reprodutores puro-sangue árabe do Haras, aqueles de pelagem alazã e castanha, uma vez que o tordilho, sendo uma pelagem dominante, poderia atrapalhar o desenvolvimento e a continuidade da pelagem pampa.

Uma daquelas éguas deve ser lembrada: Pampa Mia. Assim ela foi batizada após ter sido adquirida de um sitiante em Alambari, uma pequena cidade próxima a Itapetininga. O mais engraçado era o nome que este senhor era conhecido: "Camarão". Pampa Mia, apesar de ser uma égua comum, chamava muita atenção por sua beleza, cabeça seca, olhos enormes e pescoço longo.

Logo no início, também foi recebida uma grande ajuda do treinador de C-Cherez, Manuel Balarini, o empréstimo de uma égua já meio sangue árabe e de pelagem pampa de nome Beateau Mouch FV (que nome, hein?!), a qual estava prenha de Kapel FA (por *Cobrah), logo produzindo uma extraordinária potrinha, que ao nascer foi batizada de RFI Harlekyna, mãe do atual reprodutor chefe do Cruza-Árabe Pampa RFI Harlekyn - Foto.

Pampa Mia e Beateau Mouch FV deram origem a duas respeitadas famílias dentro da criação de cavalos Cruza Árabe Pampa do Haras Santo Antonio da Bela Vista.

Atualmente, a produção de animais pampa da marca RFI é bastante pequena e artesanal. O Haras Santo Antonio da Bela Vista orgulha-se em produzir animais Cruza-Árabe Pampa com até 93,75% de grau de sangue Árabe, sempre preservando o mais importante, a pelagem pampa. Nos próximos cruzamentos este percentual ainda crescerá.

     
Haras Santo Antonio da Bela Vista - RFI Cavalos Árabe
Itapetininga – São Paulo – Brasil
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